O veadeiro pampeano é uma antiga raça de caça, com origem na região dos pampas, que abrange três países, o Brasil, a Argentina e o Uruguai.
Em 1950 ocorreu a primeira tentativa de oficialização da raça, mas sem sucesso, na década de 2000, a Confederação Brasileira de Cinofilia passa a emitir pedigre de raça pura aos cães integrantes da raça, após árduo trabalho de catalogação de exemplares por entusiastas brasileiros da raça, porém ainda não é reconhecida por qualquer entidade cinófila argentina ou uruguaia.
Há duas hipóteses mais prováveis sobre sua origem, a primeira diz que os veadeiros pampeanos descendem de cães primitivos trazidos ao Brasil nas caravelas durante o período de colonização portuguesa, mas precisamente cães do tipo podengo ou ibicenco originários de Portugal, da África lusófona ou da Índia, e posteriormente estes cães teriam cruzado as fronteiras com Argentina e Uruguai.
E já em terras sul-americanas estes cães teriam sido submetidos a um processo de seleção natural, onde somente os mais hábeis caçadores puderam sobreviver as árduas condições climáticas dos pampas, e também passado por processo de seleção realizado pelos caçadores dessa região, que sempre buscavam acasalar os melhores cães para rastro e apresamento de animais de pêlo, principalmente o veado.
A raça foi e ainda é muito utilizada para a caça de subsistência das populações rurais dos pampas, é conhecida por veadeiro, cerveiro e é chamada de bianchini pelos colonos italianos e seus descendentes no sul do Brasil.
A segunda hipótese é de que seria um cão autóctone da América do Sul, hipótese apoiada pelo fato de o veadeiro pampeano ser encontrado além de Argentina e Uruguai, em várias regiões do Brasil, como o centro-oeste e o nordeste, apesar de sua maior incidência ser na região sul do Brasil.
A Universidade Federal do Rio Grande do Sul e a Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul estão realizando estudos científicos afim de comprovar ser o veadeiro pampeano uma raça autóctone da América do Sul.
Na caça é um perseguidor implacável que não se intimida com obstáculos, começa buscando a presa farejando o solo, é um excelente farejador, encontrado o rastro, segue a caça a galope, mesmo que sejam precisos dois dias ininterruptos para alcançá-la, após encontra-lá o veadeiro abate a presa e a traz ao caçador, ou se não conseguir abatê-la, a acua e a põe ao alcance do caçador. Sua atuação pode ser acompanhada pelos uivos que emite, faz sons diferentes para cada situação, um ao encontrar o rastro, outro ao perdê-lo, e outro quando está próximo a presa. Pode caçar sozinho, em dupla ou em matilha, acompanhado ou não do dono, enfrenta veado e até javali, também caça capivara, e pela sua velocidade é exímio caçador de lebres e preás.
Devido a seu uso na caça em matilhas, possui um comportamento grupal tranquilo, é um excelente cão de companhia por ser bastante dócil e amistoso com crianças, inclusive aceitando ser perturbado por elas sem avançar, e também é muito apegado ao dono. Muito dificilmente atacaria um invasor, mas é um excelente cão de alarme, sempre late alertando sobre a presença de estranhos.
A pelagem é simples, com pelo curto, reto, denso e áspero, sem subpelo, por isso não possui odor, as cores vão do baio leonino, passando por várias tonalidades de baio até chegar ao baio claro e o branco, sendo estas ultimas cores as mais comuns, podendo ter estas cores de forma sólida ou podendo apresentar alguma marca pequena ou grande de uma destas cores. É permitida a presença de uma coleira branca e mancha branca no peito e nas patas.
Na caça é um perseguidor implacável que não se intimida com obstáculos, começa buscando a presa farejando o solo, é um excelente farejador, encontrado o rastro, segue a caça a galope, mesmo que sejam precisos dois dias ininterruptos para alcançá-la, após encontra-lá o veadeiro abate a presa e a traz ao caçador, ou se não conseguir abatê-la, a acua e a põe ao alcance do caçador. Sua atuação pode ser acompanhada pelos uivos que emite, faz sons diferentes para cada situação, um ao encontrar o rastro, outro ao perdê-lo, e outro quando está próximo a presa. Pode caçar sozinho, em dupla ou em matilha, acompanhado ou não do dono, enfrenta veado e até javali, também caça capivara, e pela sua velocidade é exímio caçador de lebres e preás.
Devido a seu uso na caça em matilhas, possui um comportamento grupal tranquilo, é um excelente cão de companhia por ser bastante dócil e amistoso com crianças, inclusive aceitando ser perturbado por elas sem avançar, e também é muito apegado ao dono. Muito dificilmente atacaria um invasor, mas é um excelente cão de alarme, sempre late alertando sobre a presença de estranhos.
É um cão de porte médio, longilíneo, com boa musculatura denotando força e rusticidade, esbelto, sem no entanto parecer muito magro, possui físico propício à velocidade. A cauda é portada baixa, com comprimento que não deve ultrapassar os jarretes, alguns exemplares podem apresentar uma pequena franja na parte inferior da cauda.
A trufa pode ser preta, marrom ou cor de carne e o focinho é de comprimento igual ao do crânio, com stop (região de encontro da testa com o focinho) não muito marcado, as orelhas são pontiagudas, dobradas para trás (em rosa) e eretas quando em alerta, já os olhos são esverdeados ou cor avelã em várías tonalidades.
A trufa pode ser preta, marrom ou cor de carne e o focinho é de comprimento igual ao do crânio, com stop (região de encontro da testa com o focinho) não muito marcado, as orelhas são pontiagudas, dobradas para trás (em rosa) e eretas quando em alerta, já os olhos são esverdeados ou cor avelã em várías tonalidades.
A pelagem é simples, com pelo curto, reto, denso e áspero, sem subpelo, por isso não possui odor, as cores vão do baio leonino, passando por várias tonalidades de baio até chegar ao baio claro e o branco, sendo estas ultimas cores as mais comuns, podendo ter estas cores de forma sólida ou podendo apresentar alguma marca pequena ou grande de uma destas cores. É permitida a presença de uma coleira branca e mancha branca no peito e nas patas.


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